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28 / Jul / 2024

Cooperativas financeiras ganham espaço entre os jovens

O que os jovens conectados e engajados da Geração Z esperam para suas vidas financeiras? A resposta pode estar no cooperativismo de crédito, um modelo de negócio justo e sustentável, pronto para atender às expectativas de quem se preocupa com o consumo consciente e o futuro das pessoas e do planeta.

Nascidos entre 1995 e 2010, os integrantes da Geração Z já representam cerca de 20% da população brasileira. Eles cresceram na era da internet, por isso são chamados de nativos digitais, valorizam a sustentabilidade e estão engajados em causas políticas, sociais e ambientais.

De acordo com o Relatório de Tendências da Meta, os hábitos de consumo da Geração Z estão diretamente relacionados à preocupação com as causas que defendem. Eles estão atentos à origem dos produtos, condições de produção e preferem marcas com responsabilidade ambiental e que contribuam com as comunidades locais. Além disso, também valorizam empresas com atuação ética e transparente e que ofereçam retorno social e ambiental à sociedade.

“O cooperativismo tem o que os novos consumidores procuram. (...) Nas cooperativas financeiras, a oferta de produtos e serviços justos, a repartição de resultados e o fomento à economia local mostram na prática a forma cooperativista de fazer negócios com propósito”, afirma o vice-presidente da Confebras, Luiz Lesse.

Segundo dados do BureauCoop, painel interativo elaborado pela Confebras com informações de representação e financeiras das cooperativas de crédito brasileiras, estas têm 3,2 milhões de cooperados entre 18-30 anos, faixa etária que abrange boa parte da Geração Z, com hábitos bem diferentes das gerações anteriores.

Um deles é o fato de que os mais jovens não costumam frequentar agências ou postos de atendimento físicos. Como bons nativos digitais e acostumados às rápidas transformações tecnológicas, são adeptos dos serviços financeiros digitais, desde a abertura da conta às movimentações do dia a dia.

A entrada de jovens nas cooperativas também beneficia as próprias instituições e o movimento cooperativista como um todo, na avaliação do diretor de Coordenação Sistêmica, Sustentabilidade e Relações Institucionais do Sicoob, Ênio Meinen. Segundo ele, a aproximação com esse público é uma estratégia para renovação do quadro social das cooperativas e garantia de continuidade do modelo de negócio.

“A integração dos jovens pode, a longo prazo, beneficiar a cooperativa, criando uma base de cooperados em expansão com alto potencial de fidelização e engajamento. Inserir os jovens no modelo e na visão cooperativista também contribui para a mudança do cenário socioeconômico do Brasil, já que o cooperativismo é um modelo de negócios baseado em princípios que promovem o desenvolvimento sustentável”, pondera Ênio Meinen, diretor de Coordenação Sistêmica, Sustentabilidade e Relações Institucionais do Sicoob.

 

Fonte: Confebras

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